Cada startup, independentemente da sua natureza e dimensão das operações, requer investimentos para converter as suas ideias inovadores em realidade. 

A maioria delas geralmente falham devido à sua incapacidade de angariar dinheiro suficiente para dar continuidade ao negócio.

Como essas empresas não possuem respostas prontas sobre como será a aceitação do produto, quais serão os canais de aquisição de cliente ou como será a abordagem de vendas, dentre outras questões sobre sua operação, é necessário captar capital para manter a operação funcionando em todos momentos.

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Para isso, os “personagens” do mercado financeiro ajudam as startups em rodadas (séries) de investimentos dependendo da fase que ela se encontra e com intuitos diferentes que iremos abordar neste artigo.

Fonte: Distrito.me

Investimento Anjo

É a primeira rodada de investimentos de qualquer startup. É utilizada para testar a tese, montar o time inicial e desenvolver um MVP (minimum viable product), o Produto Mínimo Viável.

Costuma ser composta por pessoas físicas, notadamente Family & Friends (família e amigos) e pequenos investidores profissionais. Os valores de investimento podem chegar até R$1 milhão.

Seed

São rodadas de investimento em que a startup já possui sinais de validação de seu produto e serviço e busca desenvolvê-lo para encontrar o Product Market Fit (validação de mercado), como também descobrir o que o produto será e quem serão os usuários ou consumidores.

De uma forma geral o estágio Seed se caracteriza pela materialização do Product Market Fit e entregar valor para uma base inicial de clientes.

OBS: no Brasil as rodadas de investimentos Seed giram em torno de R$ 1 a R$ 5 milhões. Existe uma diferença significativa entre as rodadas “seed americanas” e as brasileiras devido à maturidade do mercado. 

Atualmente, mais de 70% das startups não chegam na próxima rodada (Series A).

Series A (série A)

O capital nesta série é utilizado para comercializar e melhorar a credibilidade da sua marca, otimizar a base de usuários, explorar novos mercados e ajudar o negócio a crescer.

Nessa rodada os investidores esperam que a startup tenha um plano concreto para desenvolver um modelo de negócio que gere lucro em longo prazo. Os valores ofertados estão entre R$5  a R$ 40 milhões.

Series B (série B)

Quando a empresa recebe o aporte de série B, ela já está na fase em que desenvolveu uma base fiel de clientes e seu modelo de negócio é comprovado. 

Com os novos recursos,  investidores se propõem a contribuir para escalar o negócio, ajudando a startup a expandir o alcance do mercado, no aprimoramento de processos, novas contratações e até mesmo a adquirir outras empresas.  Os valores ofertados variam entre R$40  a R$ 100 milhões.

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Series C (série C)

Na rodada de captação Series C os investidores procuram startups com participação considerável no mercado e nas quais a injeção de recursos serve acelerar a empresa em todos os aspectos, lançando-a no mercado internacional e adquirindo novas companhias.

Altos retornos são esperados pelos investidores neste momento. As rodadas de captação nessa Série variam entre R$ 100 a 250 milhões

As rodadas seguintes (D, E, F…) buscam os mesmos objetivos e antecedem a abertura de capital da empresa (IPO).

Para demonstrar uma empresa que passou por algumas dessas rodadas, vamos utilizar como exemplo a QuintoAndar. É uma startup brasileira de tecnologia focada no aluguel e na venda de imóveis, fundada no início de 2012.

Na modalidade aluguel, a companhia administra o pagamento de aluguel ao proprietário, dispensando inquilino de apresentar fiador, seguro-fiança ou depósito caução.

No ano de sua fundação recebeu o aporte Seed, percorreu as seguintes rodadas e hoje vale mais de US$ 5 bilhões, após a série E, como mostra a tabela abaixo:

Fonte: Crunchbase

E quem são os “personagens” que investem nas startups?

Existem hoje, no mercado de capitais, diversas opções para que alavanquem as ideias e operações. 

Dependendo da situação da companhia, é necessário definir o investidor adequado para atingir os seus objetivos.

  • Investidor-anjo:  É uma pessoa física com expertise e capital suficiente para investir em empresas com potencial de sucesso.
  • Incubadoras: Correspondem a um modelo convencional de investimento que inclui a modelagem básica do empreendimento, a ajuda com técnicas de apresentação, o acesso a conhecimentos estratégicos, o oferecimento de recursos etc.
  • Aceleradoras: Diferente das Incubadoras, ela costuma ajudar quando a startup está prestes a atingir o break even (ponto de equilíbrio), ou seja, quando a startup está prestes a se tornar lucrativa financeiramente.
  • Venture Capital: Ele estimula o crescimento e direciona a empresa para um novo patamar de vendas, fusão, expansão, abertura de capital ou até uma operação que necessite de um aporte considerável de recursos.
  • Crowdfunding: Através dele, o montante é obtido por meio de pequenas contribuições efetuadas por um conjunto de investidores. A arrecadação dos valores é feita por um sistema de contrapartidas, no qual o apoio dos investidores implica sempre algum tipo de retorno.
  • Private Equity: Essa é uma estratégia de investimento direto em empresas maduras com grande potencial de crescimento e geração de resultados. É muito usada por grandes investidores para ter exposição a negócios capazes de entregar retornos acima da média em pouco tempo.

Como administrar sua carteira de investimentos?

Agora que você conheceu sobre investimentos em startups, lembramos que a diversificação dos recursos em diferentes classes de ativos e instituições financeiras pode dificultar o acompanhamento e controle do patrimônio.

Entrar no site de cada casa para classificar seus investimentos em uma planilha de excel pode dar bastante trabalho e tomar muito tempo.

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