Aplicativos ajudam a controlar todos os investimentos em um só lugar

São Paulo – O boom das plataformas independentes de investimentos nos últimos anos ampliou o leque de quem só investia no seu banco, mas trouxe um problema. Com várias contas em corretoras diferentes e uma infinidade de produtos disponíveis  — títulos públicos, CDBs, fundos de investimento e por aí vai —, é difícil controlar todas as aplicações financeiras ao mesmo tempo e saber se vale a pena mesmo sair do banco para ganhar dinheiro.

(Sarinya Pinngam / EyeEm/Getty Images)

Quem sabe dizer a rentabilidade total da sua carteira de investimentos e se ela está acima ou abaixo de indicadores de referência, como a poupança ou a inflação? Para curar essa dor de investidores que estão longe de ser profissionais, surgiram fintechs, startups de serviços financeiros, que ajudam a controlar todos os investimentos por aplicativos.

Nos apps, o investidor pode ver um panorama geral dos seu patrimônio e as suas aplicações organizadas por categorias. Também pode comparar o retorno dos seus investimentos com indicadores de referência e conferir as datas em que aplicou seu dinheiro. Por enquanto, os aplicativos só mostram os rendimentos brutos, sem descontar o Imposto de Renda.

Além da usabilidade dos apps, as principais diferenças entre eles são o preço e a forma de cadastro dos investimentos. O Fliper é 100% gratuito.

Quanto à forma de cadastro, no Fliper, o usuário insere a senha do banco ou da corretora e todos investimentos aparecem na tela automaticamente. Um robô busca os dados nos sistemas das instituições financeiras. Sem negociar com bancos e corretoras, a fintech diz que segue todos os protocolos de segurança criptográfica bancária e que está amparada pela Lei Geral de Proteção de Dados.

Quando o open banking for regulado no Brasil — tecnologia que possibilita acessar dados de contas dos clientes, desde que com autorização —, a vida dos apps de controle de investimento vai ficar mais fácil. O Banco Central já sinalizou que prepara um modelo para ser implementado ainda neste ano.

Mesmo com toda a tecnologia, as fintechs acreditam que o componente humano ainda é importante. Por isso — e para ganhar dinheiro — as empresas também desenvolvem ferramentas para consultores financeiros ou agentes autônomos de investimentos controlarem os investimentos dos clientes.

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